"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem" (Mário Quintana)
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14 janeiro, 2011

Coisas que aprendi com Jane

Segundo este livro, a autora de Orgulho e Preconceito e outros clássicos do século XVIII não morreu, mas vive hoje numa cidadezinha no interior do estado de Nova York. Dona de uma livraria, vive frustrada por não receber os direitos autorais e ter o reconhecimento de suas obras de sucesso. Em Jane Austen – A vampira, ela mudou o nome para Fairfax e sobrevive há 233 anos, porque foi mordida por um vampiro, quando se tornou imortal. Entre romances com o Lord Byron, que também é um vampiro, e tentativas frustradas de publicar um novo livro, Jane Austen, ou melhor, dizendo, Jane Fairfax, envolve o leitor em uma divertida viagem ao universo literário, com personagens de outras histórias, de maneira inteligente e divertida!

Essa resenha será totalmente diferente da maioria. AVISO A QUEM QUISER LER O LIVRO: TEM CONTINUAÇÃO!

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COISAS QUE APRENDI COM 'JANE AUSTE, A VAMPIRA'

1. Lord Byron é um romântico, bissexual, ninfomaníaco, lindo e estranho pra caramba.

2. Livros que tentam adaptar Austen para os tempos modernos e aplicar suas obras na vida real são estranhos, e suas autoras não tem fé no que escrevem.

3. Orgulho, Preconceito & Zumbis é uma obra prima. Austen aprova.

4. As irmãs Brönte, Charlotte e Emily, são pedantes e melancólicas.

5. Charlotte é depressiva, maníaca, macabra e invejosa.

6. Jane Austen pega geral.

7. Byron curtiria passar a noite com Oscar Wilde. (essa ideia me apavora)

8. Mr. Darcy não existe fora dos seus sonhos molhados de sonhadora utópica.

9. Ninguém dá o devido valor à Fanny e Mansfield Park.

10. "Se o chocolate não é capaz de consertar as coisas, nada é capaz"

22 agosto, 2010

Tenho lutado em vão.

orgulhoO romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. De fato, ele parece se interessar bastante por Jane, sua filha mais velha, logo no primeiro baile em que ele, as irmãs e o Sr. Darcy, seu amigo, comparecem. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.

Só pra começo de conversa,  eu tenho a séria convicção que não há livro mais perfeito que esse. O filme é um sonho, o livro supera todas as expectativas! (Vale constar que a série da BBC de 1995 é bem mais fiel que o filme de 2005) Belíssimo livro, romântico até as últimas, derretedor de cérebros alheios. Tudo que você quer em um homem, você tem em Darcy. Conclusão: utopias que fazem seu cérebro entrar em estado de putrefação mental e imaginar como a vida é injusta e como você nunca terá um homem tão perfeito. Durma com essa agora!

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Um dos melhores que já li, mesmo com todas as dificuldades iniciais por conta da escrita rebuscada e a narração mais épica, logo detalhada, dá pra desenrolar. Se quiser saber mais, continue lendo esse post.

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